
que têm a capacidade de esquecer
“indolormente”. E pensava: Caramba! Quando eu crescer quero ser assim.
Admiro esse desprendimento, sabe? Em um dia amar para todo sempre e amém. E no outro: bola pra frente, a vida continua e nem uma dorzinha! Um soprinho na ferida e tcharaaaaan... É como se nunca tivesse acontecido.
Nasci com defeito. Em mim faltou o botão de desamar, sinto uma falta desgraçada dele. Já o procurei por todo o meu corpo, saí apertando tudo quanto era botão e puxando tudo quanto era cabo pra ver se encontrava o desgraçado. Mas faltou.
Admiro esse desprendimento, sabe? Em um dia amar para todo sempre e amém. E no outro: bola pra frente, a vida continua e nem uma dorzinha! Um soprinho na ferida e tcharaaaaan... É como se nunca tivesse acontecido.
Nasci com defeito. Em mim faltou o botão de desamar, sinto uma falta desgraçada dele. Já o procurei por todo o meu corpo, saí apertando tudo quanto era botão e puxando tudo quanto era cabo pra ver se encontrava o desgraçado. Mas faltou.
Não sei desamar, não sei deixar pra trás. Eu sigo em frente e vou ser feliz. Mas
acho cada pessoa tão incrível e insubstituível, ninguém é igual a ninguém, como
faz pra por outra pessoa naquele exato lugar? Pra mim não tem como.
Pena eu não acreditar em reencarnação! Se existisse e eu fosse passar de novo na fábrica eu ia exigir esse botão e como eu já ia estar na fila mesmo... Que botassem também o botão do esquecimento, da autopreservação, das respostas imediatas... Ah e não poderia esquecer o botão do dane-se! Esse me faz uma falta danada...
Pena eu não acreditar em reencarnação! Se existisse e eu fosse passar de novo na fábrica eu ia exigir esse botão e como eu já ia estar na fila mesmo... Que botassem também o botão do esquecimento, da autopreservação, das respostas imediatas... Ah e não poderia esquecer o botão do dane-se! Esse me faz uma falta danada...










